Cardápio com muitas opções para o Senado Confira a coluna de Diógenes Dantas desta quarta-feira 15
A eleição para o Senado no Rio Grande do Norte está ficando interessante.
Caminhávamos para um confronto com três ou quatro nomes de peso — entre eles, os postulantes à reeleição Styvenson Valentim (Podemos) e Zenaide Maia (PSD), além da governadora Fátima Bezerra.
A petista saiu do páreo, e o jogo se abriu.
Vamos aos nomes:
Além dos senadores já citados, aparecem como pré-candidatos Coronel Hélio (PL), Samanda Alves (PT), Jean Paul Prates (PDT), Rafael Motta (PDT), Flávio Rocha (Novo), Carlos Eduardo Alves (União Brasil), Sandro Pimentel (PSOL), Rosália Fernandes (PSTU) e Luciana Lima (PSTU).
Dos onze nomes postos até agora, três ainda carecem de confirmação: Carlos Eduardo, Flávio Rocha e o indicado do PDT — que sairá de uma pesquisa entre Jean e Rafael.
O menu é variado e atende a diferentes paladares: da esquerda à direita, com escala no centro.
Mas ainda estamos longe das convenções partidárias que vão oficializar os concorrentes. Só em julho teremos maior clareza do tabuleiro.
Há, porém, uma liderança local que observa tudo com especial interesse: Rogério Marinho.
O senador do PL, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, é hoje nome fortíssimo na disputa pela presidência do Senado em 2027, caso a oposição forme uma bancada robusta em outubro.
Marinho tem boas chances de se viabilizar na sucessão de Davi Alcolumbre.
Obs.: se esqueci algum nome na corrida ao Senado, peço perdão. É a idade.
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